Nem todo sofrimento chega como crise. Às vezes ele aparece como um padrão que se repete. Como relações que terminam do mesmo jeito. Como ansiedade que parece desproporcional. Como um cansaço que não passa, mesmo quando “está tudo bem”.

Há quem normalize isso por anos, até que sustentar sozinho começa a custar demais. É nesse ponto que a psicoterapia pode ser indicada.

Psicoterapia para Adultos

Não é conselho!

Aqui não trabalhamos com respostas prontas nem com orientações sobre como você deve viver. O que se busca construir é a possibilidade de compreender como você se coloca nas situações que lhe causam sofrimento.

Muitas vezes, aquilo que parece azar, destino ou escolha equivocada tem uma lógica, e quando essa lógica começa a ser escutada, algo pode se deslocar.

A psicoterapia pode ajudar quando há:
  • Ansiedade persistente;

  • Processos depressivos;

  • Conflitos afetivos recorrentes;

  • Dificuldade em sustentar decisões;

  • Culpa excessiva;

  • Lutos não elaborados;

  • Sensação de vazio;

  • Repetições que produzem sofrimento;

  • Sexualidade;

Mas também pode ser o espaço para quem deseja compreender a própria história com mais responsabilidade.

Não é preciso estar “no limite” para buscar acompanhamento.

Como funciona o processo

Os atendimentos são semanais, com duração média de 50 minutos, realizados de forma presencial ou online.

O trabalho é conduzido a partir da fala.

É naquilo que você diz que se revelam as marcas que organizam sua forma de amar, de escolher, de sofrer e de desejar.

Cada percurso é singular. Não há protocolo padrão, porque não há sujeito padrão.

O que pode mudar em você

A psicoterapia não elimina os impasses da vida. Ela pode modificar a posição que você ocupa diante deles.

Com o tempo, é possível:

  • Reduzir sintomas;

  • Interromper ciclos repetitivos;

  • Elaborar perdas;

  • Construir relações menos marcadas por idealizações ou dependências;

  • Sustentar escolhas com menos culpa.

Não se trata de se tornar outra pessoa, mas pode ser deixar de funcionar sempre do mesmo modo.

Então, que tal dar o primeiro passo rumo a si mesmo?

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